Centro Cultural Fortaleza - Artes Cênicas Centro Cultural Fortaleza - Artes Cênicas

Espetáculos de teatro, dança, circo etc., destinados ao público adulto.

 

ARTES CÊNICAS

OUTUBRO/2017

 

ESPECIAL DIA DO IDOSO

 

III FESTIVAL DE TEATRO DA TERCEIRA IDADE DO ESTADO DO CEARÁ – III FESTIDADE

 

Para celebrar o Dia do Idoso, o Centro Cultural do Banco do Nordeste, apresenta o III FESTIDADE que acontece nos dias 11 e 13 de outubro, a partir das 10h da manhã.

 

O Festival é realizado pela Associação do Coral Vozes de Outono que é composta por senhoras de 60 a 80 anos, com 21 anos de existência.

 

O evento reunirá seis grupos de teatro, com espetáculos cujo elenco é composto em sua maioria por artistas longevos. Além das apresentações teatrais, a programação terá palestras, oficinas, bate-papo dos artistas com o público e sorteio de brindes.

 

Serviço:

Data: 11 e 13 de outubro

Horário: 10h às 17h

Local: Centro Cultural Banco do Nordeste – Rua Conde D´Eu, 560, Centro.

Programação completa no site: https://festidadeceara.wixsite.com/festidade2

 

PROGRAMA ATO COMPACTO

TEATRO

“Alguma Coisa Fora da Ordem” - Com Ricardo Guilherme
Dias 05 e 06, quinta e sexta, às 18h

“Alguma Coisa Fora da Ordem”, texto de Ricardo Guilherme, com intertextualidades e transcriações  de versos das canções de Caetano Veloso, sobretudo aquelas  nas quais o compositor inventa palavras e quereres para nos instigar a fazer alguma coisa de outra ordem, a transgressão deflagradora de uma revolução que nunca está feita; apenas e sempre transcorre, pois é um desejo que jamais se sacia porque mesmo quando saciado se procria em algo que transcende o que se sonhara.  A cena mostra um manifestante de rua, com uma bandeira-tela que, por conta da projeção de inscrições  de palavras,  anuncia ideais expressos em neologismos caetânicos  como “orgasmaravalha”, “frátria”,  “mátria” , “felicidadania”  e “frúturo”. Dramaturgia, atuação e direção de Ricardo Guilherme. Criação de sonoplastia: Ricardo Guilherme e Marcelo Rossas. Produção Executiva: Elisa Alencar. Assistente de Produção: Renato Rodrigues. Duração: 60 minutos. Classificação indicativa: 14 anos

 

“Uma Ideia Real” - com o Grupo Mosaico
Dia 19, quinta, às 18h

Naquele reino vivia um povo alegre e feliz, pois seu monarca era um homem justo, e seus atos sempre correspondiam aos anseios do seu povo. O Parlamento formulava leis, mas seguindo sempre um princípio de justiça e imparcialidade, onde o povo era ouvido e atendido em suas reivindicações.
Um dia, porém, o Rei abdicou o trono e sua filha, assumiu seu lugar, como legítima herdeira. Ora, aquela Rainha não estava preparada para receber a coroa real, e daí em diante aconteceram fatos em que sua Majestade se viu em apuros, contudo, a rainha seguia a conduta correta do seu pai e conduziu com firmeza seu reinado até o fim.
Certo dia lhe ocorreu uma Ideia Real, brilhante que possibilitou grandes benefícios e progressos para todos os seus súditos. E assim, quando tudo parecia tão bem feito, a rainha tomou uma atitude inesperada. Qual seria essa atitude?
Toda essa história, acontece num clima cômico e descontraído onde seus componentes surpreendem pela mise-en-scène que lembra o fazer teatral do século XVII na Itália – a Comedia Dell’arte.

Texto e direção: Leuda Bandeira. Figurino: Dami Cruz. 58 min. Classificação: Livre.

 

DANÇA

“Aquilo de que Somos Feitos” - Lia Rodrigues Companhia de Danças
Dia 27, sexta, às 18h

Levantar ou tirar aquilo que cobria; pôr a vista; encontrar; descobrir; achar; encontrar pela primeira vez; manifestar; revelar; descobrir segredos; inventar; notar; dar a conhecer; tornar-se claro; aparecer à vista; tirar o chapéu; revelar sua identidade; mostrar-se; aparecer; dar a conhecer-se.
Esta definição da palavra “descobrir”, retirada de um dicionário, poderia ser a sinopse do espetáculo “Aquilo de que Somos Feitos”, criação da Lia Rodrigues Companhia de Danças.
Desenvolvido pela coreógrafa Lia Rodrigues, em conjunto com os bailarinos da companhia, “Aquilo de que Somos Feitos” não revela somente os corpos que se mostram nus em composições belas e instigantes, como se fossem esculturas humanas, mas também ideias, convicções, críticas que estão no imaginário coletivo. Dividido em várias partes, com os bailarinos vestidos ou sem roupas, em movimentos lentos ou muito ativos, com música e no silêncio total, o espetáculo se utiliza de diversos slogans como “hay que endurecer pero sin perder la ternura jamás”, “use camisinha” and “give peace a chance”.
“Aquilo de que Somos Feitos” é a soma de dois anos de ensaios diários, pesquisas e improvisações. Nas apresentações de “Aquilo de que Somos Feitos” não há separação entre palco e plateia, nem cenários ou cadeiras, fazendo com que, em algumas partes, o público faça parte da ação. Por isso, o número de pessoas por espetáculo é reduzido, no máximo 120 pessoas.
Desde sua estreia em Julho de 2000, no Rio de Janeiro, “Aquilo de que Somos Feitos” já foi apresentado em São Paulo, Santos, Fortaleza, Florianópolis, Palmas, Porto Velho, Rio Branco, Porto Alegre e em diversas cidades do interior do Ceará e de Santa Catarina. No exterior, o espetáculo alcançou sucesso de crítica e público nas turnês realizadas nas cidades de Aarhus (Dinamarca), Lyon e Paris (França), Potsdam (Alemanha), Ljubljana (Eslovênia), Lima (Peru), Liége (Bélgica), Minneapolis e Miami (Estados Unidos), Brighton e Londres (Inglaterra), Dublin e Ennis (Irlanda), Genova (Itália), Pully (Suiça), Bruxelas (Bélgica), Porto (Portugal) e Edimburgo (Escócia), onde participou do Fringe Festival e recebeu o prêmio Herald Angel como um dos melhores espetáculos apresentados nos festivais de Edimburgo em 2002.